Parábolas
Parábolas
É importante que este tema seja iniciado com a explicação do próprio Michael sobre a utilização das parábolas na transmissão de sua mensagem.
No dia 15 de março do ano 29, conforme consta na página 458 do Volume 11, Jesus responde a esta dúvida apresentada por Mateus Levi:
– Mestre, – perguntou Mateus Levi, – por que você fala em parábolas? As pessoas não entendem…
A resposta do Mestre me deixou perplexo:
– Eu faço isso para confundir aqueles que tentam nos prender… Desta forma, eles verão sem ver e ouvirão sem ouvir.
Permanecemos em silêncio, tentando arranhar as palavras enigmáticas. Eu não consegui. E ele continuou:
– Em verdade vos digo que me conformo com a lei do Espírito Infinito: a quem tem, mais será dado, mas a quem não tem, o pouco que tem será tirado…
E caímos em outra reflexão profunda. O fogo iluminou o rosto do Filho do Homem, como se ele soubesse o significado de suas palavras.
A primeira parábola apresentada nos diários de Jasão foi transcrita no tema “Sobre Fé, Confiança e Revelação” deste compilado. A parábola em questão consta na página 225 do volume 1 e foi recitada em 04 de abril do ano 30, tendo como mensagem a importância da fé e da propagação da mensagem de Deus.
Jesus ao longo de sua vida de pregação, contou várias destas histórias com um fundo moral. Mensagens que precisam de reflexão para podermos extrair seu verdadeiro significado.
Algumas destas parábolas são transcritas a seguir.
Vol.11 | Pag.458 | 15/03/0029
– Vou te contar uma história…
E ele começou a contar uma história. Foi assim que ele inaugurou o tempo das parábolas. Naqueles meses, ouvi dezenas; todas profundas, algumas engraçadas e algumas misteriosas… Jesus era um excelente contador de histórias. E começou com a parábola do semeador:
– Um semeador saiu para o campo… E aconteceu que, quando a semente foi lançada, outra caiu no caminho… Eles foram pisoteados e devorados por pássaros… Outras sementes acabaram entre as rochas… Havia pouca terra lá… A semente brotou, mas foi queimada pelo sol… Outros caíram entre espinhos… Eles cresceram, mas os espinhos sufocaram a planta… Mas algumas das sementes foram enterradas em bom solo… E deu fruto: trinta, setenta e até cem grãos por espiga.
Quando ele terminou de falar, as pessoas estavam absortas, imaginando o semeador e as sementes. E Jesus encerrou a parábola com uma frase que começava a ser comum em sua pregação:
– Quem tiver ouvidos… que ouça.
Vol.11 | Pag.461 | 15/03/0029
– Você falou de um semeador, disse ele. Como devemos interpretar essa parábola?
Jesus foi sincero e enigmático:
– Não é conveniente que os inimigos saibam a verdade… Ao ensinar, sempre pense nas pessoas à sua frente. Muitos não sabem do que você está falando. Veja que sua luz brilhe, mas não para os ímpios.
E ele respondeu à pergunta específica de Pedro:
– A parábola do semeador está falando sobre a revisão do meu trabalho - e o que acontecerá no mundo até que eu volte…
Ele fez uma pausa novamente e acrescentou:
– … atrás da grande rocha.
Ele me procurou com os olhos e o rosto escurecido. Eu pensei que entendia.
– Mas por que você tem que sair? João Zebedeu perguntou.
O Rabi olhou para ele com benevolência. E ele respondeu:
– Devo retornar ao reino invisível e tomar posse do que é meu…
Eles não entenderam (nós não entendemos) e passaram a contar outra versão da parábola do semeador:
– O reino dos céus é também semelhante a um homem que lança semente na terra… E a semente cresceu… Primeiro surgiu uma folha, depois a espiga e, finalmente, o grão… Ele não sabia como esse prodígio aconteceu… Como trinta ou cem grãos crescem de uma semente?… E quando o grão estava maduro, ele pegou a foice e colheu a colheita…
E Jesus concluiu:
– Quem tiver ouvidos… que ouça.
Vol.11 | Pag.463 | 15/03/0029
– O reino de Deus, – disse ele, – é como um grão de mostarda… Um homem plantou em seu campo… E quando germinou, a semente - a menor do mundo - tornou-se uma árvore gigantesca… E as aves do céu habitavam nela.
Vol.11 | Pag.463 | 15/03/0029
Outro dia ele contou a história do rei que tinha quatro esposas:
– Aquele rei, – explicou ele, – amava sua quarta esposa mais do que as outras… Ele a cobria de joias e sempre lhe dava o melhor… Ele também amava sua terceira esposa e a levou consigo por seus territórios… Mas eu estava com medo de que ele fosse com outra pessoa… Ele amava sua segunda esposa também… Ela era sua confidente… A primeira esposa foi sua companheira leal. Ele ajudou a manter o grande reino de pé… O rei, no entanto, não amava a primeira esposa. Ele mal a notou… E um dia, o monarca ficou gravemente doente… E ele pensou: "Eu tenho quatro esposas agora, mas quando eu morrer, estarei sozinho". E ele decidiu fazer uma pergunta a cada uma das esposas… Ela falou com o quarto e disse-lhe: "Eu te amei mais do que os outros, eu te dei as melhores roupas e cuidei de você. Agora estou morrendo. Você estaria disposto a morrer comigo?" Nem pense nisso", respondeu a mulher. E ela se afastou, muito zangada… O rei triste também perguntou à terceira esposa: "Eu te amei toda a minha vida. Agora estou morrendo. Você estaria disposto a me seguir?" … "Não! respondeu o terceiro. A vida é boa demais! Quando você morrer, eu me casarei novamente"… Em seguida, ele questionou o segundo: "Você sempre esteve lá para me ajudar. Agora estou morrendo. Você vai querer me acompanhar até o 'outro lado'?" "Sinto muito", respondeu a segunda esposa, "não posso ajudá-la desta vez. A única coisa que posso fazer por você é enterrá-lo"… E o rei, de repente, ouviu uma voz. Dizia: "Eu irei com você…". Ela foi sua primeira esposa. Ela parecia magra e desnutrida… E o rei, muito afetado, respondeu: 'Eu deveria ter cuidado melhor de você quando tive a oportunidade de fazê-lo…'
E o Mestre arredondou:
– Quem tiver ouvidos… que ouça.
Quando um dos discípulos quis saber mais sobre a já mencionada parábola do rei e das quatro esposas, o galileu esclareceu:
– Na verdade, todos nós temos quatro esposas: o corpo (a quarta), nossos bens e riquezas (a terceira esposa), a família (a segunda) e a alma (a primeira esposa). Este último será aquele que sempre o acompanhará. Ame-a mais do que ninguém!
Vol.11 | Pag.464 | 15/03/0029
– Você é como uma gazela…
– Por que você diz isso?…
– A gazela, quando dorme, o faz com um olho aberto e o outro fechado…
– Bem, – ensinou o Mestre, – quando Israel faz a vontade do Pai Azul, ela dorme com os olhos fechados. Faça também: tente dormir com os dois olhos fechados… Coloque-se no colo de Abbã.
Vol.11 | Pag.464 | 15/03/0029
Em outra ocasião, o Filho do Homem falou de ervas daninhas e disse:
– O reino de meu Pai é semelhante a um campo semeado com trigo. Mas enquanto o mestre dormia, seus inimigos vieram e semearam joio… Quando o trigo cresceu, o joio também apareceu. E os servos perguntaram: Vamos arrancar o joio?" … E o mestre disse-lhes: "Deixem crescer os dois. Quando chegar a colheita, ordenarei que um seja separado do outro. O joio será queimado, e o trigo será guardado no celeiro."
Vol.11 | Pag.465 | 15/03/0029
Também me interessei pela parábola das taças, também inspirada no Talmude. Isto é o que o Mestre disse:
– Houve um grande rei… Eles tinham uma coleção extraordinária de cristais… E pensei: Se eu colocar água quente nos copos de cristal, eles acabam explodindo. Se eu colocar água gelada, os copos ficam amassados… O que devo fazer? … E ele misturou a água quente com a fria e encheu seus copos delicados… Nenhum foi danificado…
– Quem tiver ouvidos… que ouça.
Tomé não entendeu e pediu esclarecimentos. Estas foram as palavras do galileu:
– Se o Pai Azul tivesse criado o mundo sob o controle da misericórdia, o pecado e a injustiça o teriam dominado. Se o tivesse feito sob o olhar estrito da justiça, o mundo acabaria por perecer. É por isso que ele decidiu misturar misericórdia e justiça; É por isso que o mundo continua…
– O Reino dos céus, – continuou o Mestre em outra ocasião, – é como uma rede de pescador. Ele sai para o mar e pega todos os tipos de peixes… Uma vez em terra, os pescadores sentam-se e procedem à escolha… Os peixes interessantes são preservados em jarros e os ruins jogados na água.
Vol.11 | Pag.465 | 15/03/0029
Um dia ele falou de um rei. E ele explicou ao público atônito:
– Aquele rei tinha um campo… E ele queria dar aos fazendeiros para ser cultivado… Ele ligou para um e perguntou: “Você quer cuidar deste campo?" … Mas o homem recusou, argumentando que o trabalho era muito difícil… E outros agricultores passaram por lá… Todos recusaram o trabalho, e com palavras idênticas… Ele finalmente chamou um quinto felah (camponês) e fez a mesma pergunta. E o fazendeiro respondeu que sim, ele aceitou o emprego… Ele recebeu o campo, mas não o lavrou.
E o Rabi perguntou à multidão:
– O que o rei deve fazer? Ele deveria ficar zangado com o quinto fazendeiro ou com os quatro primeiros?
As perguntas permaneceram no ar. E todos tiraram suas próprias conclusões (se pudessem).
Vol.11 | Pag.466 | 15/03/0029
– Um rei tinha um jardim, – disse Jesus naquele mesmo dia.
– E ele empregou dois jardineiros… Um se dedicou a plantar árvores, mas acabou cortando-as… O outro simplesmente descansava o tempo todo. O que esse rei deve fazer?
Alguém, na multidão, gritou:
– Punir o primeiro, como diz Isaías… E o Mestre respondeu:
– O Pai Azul não puniria nenhum deles. Deus não está lá para recompensar ou punir. É para algo mais importante…
E concluiu, para surpresa do povo:
– Quem tiver ouvidos… que ouça.
Vol.11 | Pag.466 | 15/03/0029
Quase todas as suas parábolas aludiam ao reino invisível e alado:
– O reino de Abbã, – disse ele, – é como um comerciante que busca pérolas finas de grande beleza… E um dia ele encontra um de enorme valor…
– O que o comerciante faz?… Ele vende tudo o que tem e compra a bela pérola.
Vol.11 | Pag.466 | 15/03/0029
Outra manhã, pelo Yam, ele falou assim:
– Um rei tinha um campo… E ele contratou vários felah (camponeses) para cultivar o jardim… E o rei se escondeu para ver como eles funcionavam… Quando o trabalho terminou, ele os chamou e perguntou: “Sob qual árvore você trabalhou?" E ele respondeu: "Sob esta". Era uma pimenta. E o rei pagou o pagamento do felah: um denário… E o segundo veio. "Sob qual árvore você trabalhou?" perguntou o rei… "Sob esta." Era uma árvore com flores brancas. E o rei pagou um denário e meio… O próximo chegou e o rei perguntou a mesma coisa. O felah disse que havia trabalhado debaixo de uma oliveira. E ele recebeu dois denários… Os camponeses então protestaram: "Por que você não nos disse que cada árvore tem um pagamento diferente?" E o rei respondeu: “Se eu tivesse dito isso, ninguém teria trabalhado…”
Vol.11 | Pag.467 | 15/03/0029
Em outra ocasião, o Mestre contou a parábola do tesouro:
– O reino invisível e alado, – disse ele, – é como um tesouro enterrado… O Felah que trabalha a terra encontra-a e, felizmente, vende tudo o que tem para poder comprar a terra e guardar o tesouro.
Mas a multidão não entendeu…
Vol.11 | Pag.467 | 15/03/0029
Certa manhã, no porto de Naum, ele proferiu as seguintes palavras:
– Era uma vez uma raposa… Todos os dias contemplava um lindo pomar, cheio de uvas… Mas ela era muito gorda e não conseguia escorregar por nenhuma rachadura na cerca… Ele decidiu não comer por três dias para perder peso… E assim foi… A raposa conseguiu entrar na vinha e comeu o máximo que pôde… De repente ela foi descoberta pelos donos e o animal correu, tentando fugir pela cerca… Mas ele tinha comido tanto que voltou a engordar e não conseguiu escapar… E ele teve que se esconder e rápido… Depois de três dias, ele conseguiu deixar a propriedade…
Nesta ocasião, o Rabi comentou:
– Esta é a situação do homem diante do mundo… Ele pensa que é o mestre de tudo até que um dia, derrotado, percebe que não tem nada.
Vol.11 | Pag.467 | 15/03/0029
O galileu também se referiu ao fermento e o comparou ao reino invisível de seu Pai Azul.
– Quando misturada com a farinha, a massa "cresce" e proporciona uma comida deliciosa…
Mas eles também não entenderam.
Vol.11 | Pag.467 | 15/03/0029
Em certa ocasião, um fariseu perguntou a Jesus:
– Mestre, com o que as palavras da Lei podem ser comparadas?
E o Galileu respondeu com a seguinte imagem:
– As palavras da Lei são fogo. Se o homem chegar muito perto, ele se queima. Mas se ele se afastar muito, acaba congelando. Pois bem, em verdade vos digo, o verdadeiro fogo - aquele que não queima nem congela - é fazer a vontade de Abbã. E vou lhes contar mais: todos os filhos de Deus imprimiram em suas mentes uma parte desse magnífico Pai Azul…
Eles não acreditaram nele e o chamaram de blasfemo, mais uma vez.
Vol.11 | Pag.468 | 15/03/0029
Uma tarde, outro daqueles odiosos "santos e separados" (fariseus) fez a seguinte pergunta capciosa:
– Rabi, quantos tipos de homens existem?
E Jesus, conhecendo o veneno que habitava em seu coração, respondeu:
– Conheço três tipos de nozes: casca mole, casca média e casca de pedra. O primeiro abre sozinho. O segundo requer um pouco de esforço. O último é difícil de abrir…
Ele olhou para seu interlocutor e sorriu, maliciosamente. E perguntou:
– Você entende?
O fariseu balançou a cabeça, negativamente. E Jesus concordou em completar a parábola:
– Os homens são como loucos… Muitos fazem caridade sem serem solicitados. Esses são os que estão na casca mole. Outros têm que ser implorados várias vezes. Eles são os únicos com a casca difícil. Finalmente, temos aqueles com a casca de pedra: eles quase nunca abrem seus corações de bom grado.
Vol.11 | Pag.468 | 15/03/0029
Alguém perguntou sobre a morte. E o Mestre, ecoando Eclesiastes (7:1), respondeu:
– Dito isto, a morte é mais bem recebida do que o nascimento… É como dois navios: um que sai do porto e outro que volta… As pessoas devem se alegrar com o que está saindo ou com o que chega?… O sábio dirá isso por aquele que chega ao porto. Em verdade vos digo que é o contrário: o verdadeiro feliz é aquele que morre, aquele que vai embora; aquele que volta para casa…
– Quem tiver ouvidos… que ouça.
Vol.11 | Pag.468 | 15/03/0029
E na praia de Saidan ouvi a seguinte parábola:
– Um rei tinha uma filha muito bonita… E ela orou para que Deus lhe concedesse um homem digno dela… Um dia, Deus falou com ela em um sonho: O marido de sua filha será um jovem pobre, nascido entre os mais pobres do seu reino"… E o rei ponderou e disse a si mesmo: "Vou ver se o que Deus diz é verdade". E ele mandou construir um palácio no meio de uma ilha distante, e o cercou com muros, e lá levou sua filha, com uma corte de servos… Ele deixou provisões para ele por um ano e fechou a porta do palácio. E ele pegou a única chave… E aconteceu que um jovem bonito, mas muito pobre, se perdeu na noite… Ele encontrou os restos mortais de um touro morto e se abrigou nos ossos… E adormeceu… Então uma enorme águia apareceu e começou a comer os restos do animal… Foi assim que ele encontrou o jovem… Ele o pegou e voou para os telhados do palácio da filha do rei… No dia seguinte, a menina subiu ao telhado e descobriu o jovem… Ela o lavou e vestiu e se apaixonou por ele… Eles conversaram e a jovem descobriu que ele era um homem bom e inteligente… Quando o rei voltou ao palácio, descobriu que sua filha tinha um marido e que ele era um homem pobre, assim como Deus havia anunciado a ela naquele sonho… O rei então exclamou: “Bendito seja o Senhor, que faz a sua vontade".
E o Rabi pediu:
– Busque sempre a pérola dos sonhos.
Vol.11 | Pag.656 | 24/08/0029
– Se um homem de coração terno tiver cem ovelhas e uma delas se perder, ele não deixará as noventa e nove ovelhas e sairá em busca da perdida?… E quando ele o encontrar, ele o jogará em seu ombro e, a caminho de casa, chamará seus vizinhos, dizendo: "Alegrai-vos comigo.” … Em verdade vos digo que há mais felicidade no céu para um pecador arrependido do que para noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento…
– Em sua religião (ele estava se referindo aos judeus), Deus aceita pecadores; no reino invisível e alado é o Pai Azul que sai pelas estradas para procurar seus filhos antes que eles pensem em se arrepender.
E concluiu:
Pai Azul te ama… E perdoai os vossos pecados; portanto, vocês devem aprender a perdoar uns aos outros…
Vol.11 | Pag.708 | 19/11/0029
– Mestre, o que devo fazer para alcançar a vida eterna?
E o galileu respondeu:
– O que dizem as Escrituras?
O indivíduo - mais tarde soube que ele simpatizava com as castas sacerdotais - respondeu:
– Amar a Deus, bendito seja o seu nome e o seu próximo…
E o Mestre respondeu gentilmente:
– Você diz certo… Se você fizer isso, isso o levará à vida eterna.
Mas o cara não era confiável e continuou a pressionar o Rabi:
– Mas, Mestre, quem é o meu próximo?
Ficou claro que esta era uma pergunta capciosa. A lei de Moisés afirmava claramente que o próximo é "filho do próprio povo". O resto, de acordo com os judeus, eram "cães gentis". Mas o Rabi não caiu na armadilha e contou a seguinte parábola:
– Um homem caminhava de Jerusalém para Jericó… E caiu nas mãos dos buccoles (ladrões)… Ele foi roubado e espancado e deixado meio morto no caminho… Logo um padre passou. Ele viu o homem ferido e passou… Então veio um levita… E ele se comportou da mesma maneira… Desapareceu… Algum tempo depois, um samaritano passou. E, comovido, ele atendeu ao pobre homem; ele curou suas feridas com óleo e vinho, montou-o em sua cavalaria e o deixou em uma pousada. No dia seguinte, ele pagou alguns denários ao estalajadeiro e disse-lhe: "Cuide bem do meu amigo… Se o que ele gasta é mais, eu vou te pagar quando ele voltar.
E o Rabi perguntou:
– Qual destes três era o próximo do homem espancado?
Quando o sujeito percebeu que havia caído em sua própria armadilha, ele disse, astutamente:
– Aquele que foi misericordioso com ele.
Mas ele não pronunciou a palavra "samaritano"; era proibido por lei.
Jesus então respondeu:
– Vá e faça o mesmo…